Vovomanoel - Família Bernardes e Dias

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História Família Bernardes e Dias

Manoel Bernardes Dias é carinhosamente tratado como Vovô Manoel. Casado com Juversina Maria dos Santos, é filho de Antônio Bernardes Dias (1877/1932) e de Cândida Angélica de Jesus (1877/1938).

Este sítio foi criado para contar a história e ser fonte de informação para os familiares do vovô Manoel e da vovó Juversina, bem como daqueles que se fizerem interessados em conhecer um pouco mais dessa família e dos recursos aqui disponibilizados.

Em 1988, por iniciativa de Maria Helena dos Santos Carneiro, filha de Alberico Bernardes Dias, foi realizado o 1° Encontro da Família Bernardes Dias em Guimarânia. Maria Helena também realizou um levantamento sobre a origem da família e criou um livro relacionando as suas descobertas com toda relação de descendentes até aquele momento. A partir da festa dos Bernardes e Dias e da iniciativa da Maria Helena, Suzane Bernardes da Silva (neta de Antônio Bernardes Filho) criou uma página da Família Bernardes na Internet (atualmente está fora do ar).

Origem

Até o presente momento, 2010 d.C., não se conseguiu extrair documentalmente a origem da família, tanto da parte de Antônio Bernardes Dias quanto de Cândida de Jesus. O que se acredita é em uma possível descendência portuguesa por parte de Antônio Bernardes Dias.

Segundo Maria Helena dos Santos Carneiro, "tudo indica que nossa família - Bernardes Dias - tenha saído de Vila Real, situada a 74 Km do Porto e a 402 Km de Lisboa". A indefinição quanto a verdadeira origem está presente na dificuldade de se determinar os laços familiares anteriores a Manoel Bernardes Dias e a Juversina Maria dos Santos. Ainda não se esgotou as possibilidades de resgatar as fontes como exemplo os batistérios da época, títulos de propriedade, cartórios, entre outros. Na verdade, a pesquisa nesta área é muito pequena devido a diversas razões e principalmente a dificuldade de acesso a estas fontes.

Neste sentido, é insensato assumir a identidade de brasões portugueses como estandarte de origem familiar nobre sem comprovação documental. Como diz Rubem Queiroz Cobra no sítio Cobra Pages, há uma "tendência da maioria das pessoas a achar que somente a família que se liga à nobreza européia merece estudo... O estudo da origem da família deve ser despido de qualquer preconceito, idéia pré-concebida, excesso de imaginação, etc. Deve-se ater-se aos documentos e lembrar-se de que mesmo entre as famílias nobres existem vários ramos diferentes com o mesmo sobrenome".

Independente de nossa origem estar ligada à nobreza, o que é mais importante é o reconhecimento de nossos antepassados que nos legaram tradições que permeiam nossa família e nos tem transformado a cada geração. Muito mais que a identificação em um brasão, um escudo, um título, está nossa herança de simplicidade, de luta e fé.

Para os que acreditam numa possível ligação de nossa família com as tradicionais famílias Bernardes e Dias de Portugal, abaixo mostramos um pequeno exemplo de diversidade e divergência de posições em uma rápida pesquisa na Internet.

Genealogia

No sítio Genea de Portugal sobre genealogia, Bernardes "trata-se de um patronímico (filho de Bernardo), pelo que existem diversas famílias usando este mesmo nome sem se verificarem laços de consangüinidade entre elas". Já Luiz Carlos Benzi no sítio Sobrenomes, acrescenta outra informação. Ele diz que Bernardes é um "sobrenome de origem portuguesa, variação do espanhol Bernardez. Quanto ao sobrenome Dias, no sítio Genea, 'trata-se do patronímico de Diogo ou Diego, pelo que podem ser inúmeras famílias que adotaram este nome por apelido sem se encontrarem ligadas pelos menores laços de consangüinidade. Alguns Dias usam por armas aquelas que, ao que se supõe, foram concedidas a um Domingues Dias".

Quanto aos brasões de armas, também há uma diversidade de adaptações e versões. No sítio Genea, encontramos os seguintes brasões para estas famílias:

 

Bernardes

Brasão Bernardes

"Trata-se de um patronímico (filho de Bernardo), pelo que existem diversas famílias usando este mesmo nome sem se verificarem laços de consangüinidade entre elas. Conhece-se uma dentre elas que se fixou em Ponte de Lima e que veio a aliar-se matrimonialmente com inúmeras famílias da melhor nobreza minhota".

Dias

Brasão Dias

"Trata-se do patronímico de Diogo ou Diego, pelo que podem ser inúmeras famílias que adotaram este nome por apelido, sem se encontrarem ligadas pelos menores laços de consangüinidade. Alguns Dias usam por armas aquelas que, ao que se supõe, foram concedidas a um Domingos Dias".

Outras fontes

No sítio Brasões.com, encontramos os seguintes brasões e suas descrições:

Bernardes

Brasão Bernardes

 

"Família antiga e de muitas posses que residia nos tempos dos reis Dom Afonso V e Dom João II em Ponte de Lima, onde existia a Quinta dos Bernardes, onde por sua importância e nobreza dominavam grande parte do Minho. Heitor Bernardes Botado foi nomeado pelo rei para embaixador na côrte do imperador Carlos V, da Alemanha, para dar largas ao seu gênio guerreiro, incorporou-se as tropas do imperador o qual p fez General de Campo. Pelas inúmeras batalhas em que participou o imperador o fez merce de honrarias e glórias, concedendo-lhe o brasão de armas e teve o mesmo confirmado em terras portuguesas pelo rei Dom João III em 1.542".

Dias

Brasão Dias

 

"Ilustre família, das mais antigas de Portugal, descendentes dos 'Diez' da nobre Galícia Espanhola, teve em Dom Domingos Dias seu mais ilustre membro. Senhor de Castela e de Évora, Cavalheiro e Escudeiro do rei. Foi-lhe conferido inúmeros títulos de nobreza por sua lealdade à coroa. O brasão de armas foi-lhe concedido por decreto real em 1.485".

Conclusão

Assim sendo, não há como aferir a família Bernardes Dias de Guimarânia a descendência portuguesa apenas pela similaridade de sobrenomes. Ainda se faz necessário uma pesquisa aprofundada tanto nos antepassados de Antônio Bernardes Dias quanto nos de Cândida Angélica de Jesus.

 

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